24 abril 2007
23 abril 2007
"E agora, algo completamente diferente" * Monty Python
Novidade 1: Voltei às caminhadas! (não se assustem os frequentadores do meu antigo Blog, que não vos vou massacrar com a quantidade de metros, passos e calorias gastas e consequente peso perdido! A notícia começa e acaba aqui) Vou para e regresso do meu local de trabalho sempre a pé - demoro cerca de 41 minutos.
Novidade 2: Começei a frequentar um ginásio que fica relativamente perto de minha casa - Faço Cardio-Fitness (passadeiras, bicileta, remo, etc), que é o que mais gosto; Também uma série de máquinas de: Leg curl, Leg extend, Leg this and that, Arm qualquer coisa e tudo isto 2x15(vezes)x30Kg, Já experimentei Body pump (não, não é o que estão a pensar...), ginástica com "pesos e alteres" - Uma vez chegou; Body Jam (Hip hop e outros ritmos freneticamente danço-comandados) - Uma vez também deve ter chegado e resta-me a Hidroginástica, a Natação e outros mimos.
Novidade 3: Ainda estou sem notícias dos arquitectos que, supostamente, já me deveriam ter entregue o projecto há algumas semanas atrás...
Novidade 4: O jardineiro do meu vizinho do lado, o tal jardineiro de quem desconfio ter sido o autor do roubo das plantas (estrelícias, camélias, tulipas e outras) há cerca de um ano, voltou a atacar! Desta vez, deixou-me (atirou-me) um presente para o meio do jardim... Uma inflorescência cheia de afídeos (piolhos)!!!!
Como as flores não costumam arrancar-se sozinhas das suas plantas de origem e muito menos voar por cima de uma gradeamento de dois metros e a uma distância de quatro ou cinco metros...
Parece mentira, mas há gente mesmo MUITO MÁ!
(fui entregar a dita inflorescência aos vizinhos, pedindo-lhes desculpa pelo incómodo, que foram (são sempre) muito correctos e prometeram averiguar o que se passou)
Ainda não estou a pintar, mas estou atento! :)
18 abril 2007
Aviso (com flores de Gymnocalycium)
14 abril 2007
para-qualquer-coisa
Há noites que caem como guilhotinas e vislumbramos o futuro, um futuro qualquer, turvado pelo olhar ensanguentado de quem bebeu demasiado rosé e acredita em si mesmo, como acredita que o dia nascerá amanhã apesar de haver quem não o deseje.
Há corpos que são como oásis, apesar de não passarem de miragens, porque não há nada mais verdadeiro do que aquilo em que acreditamos e isso, meus adorados amigos, é um verdadeiro milagre.
Há momentos que são inebriantes, sem sabermos bem porquê.
A felicidade queima-nos, como as lâmpadas queimam as traças.
A tristeza é como uma lâmina, aos pedaços, para engolir.
Abro e fecho gavetas a uma velocidade desaconselhável. Entalo-me e ganho este discurso para-surrealista. Espero (?) que compreendam!
Há corpos que são como oásis, apesar de não passarem de miragens, porque não há nada mais verdadeiro do que aquilo em que acreditamos e isso, meus adorados amigos, é um verdadeiro milagre.
Há momentos que são inebriantes, sem sabermos bem porquê.
A felicidade queima-nos, como as lâmpadas queimam as traças.
A tristeza é como uma lâmina, aos pedaços, para engolir.
Abro e fecho gavetas a uma velocidade desaconselhável. Entalo-me e ganho este discurso para-surrealista. Espero (?) que compreendam!
13 abril 2007
imensurável
Imensurável é o tempo entre uma página e outra... entre uma palavra e outra... entre o que sou agora... e o que sou... agora!
070412.1610 - Quinta-feira
Há no ar um apressado cheiro a tílias e jasmim, um cheiro a primícias, que anuncia mudanças, vida e morte, riso e lágrimas, aliadas eternas, bençãos irónicas.
Somos apenas energia e é dessa forma que nos relacionamos com o que vive e com o inanimado, o que é sem ânimo, sem alma.
Há no ar uma demorada vontade de encontro, que me questiona e me intriga displicentemente, em palavras soltas e nem sempre credíveis.
Sou mais problema do que solução, mas não gostaria que fosse de outra forma, porque me interessa gerar, contaminar.
Sou parte do ar que respiro, sou um ser autofágico.
Somos apenas energia e é dessa forma que nos relacionamos com o que vive e com o inanimado, o que é sem ânimo, sem alma.
Há no ar uma demorada vontade de encontro, que me questiona e me intriga displicentemente, em palavras soltas e nem sempre credíveis.
Sou mais problema do que solução, mas não gostaria que fosse de outra forma, porque me interessa gerar, contaminar.
Sou parte do ar que respiro, sou um ser autofágico.
11 abril 2007
Tela vazia
Já há bastante tempo que me fascina a ideia de “terrenos vagos”*, do espaço por ocupar, do espaço completo de vazio, de possibilidade.
Nesta senda de tentar encontrar um caminho que, acima de tudo, me satisfaça e me dê a sensação e a ilusão de que estou a tirar algo de mim que me aumenta os horizontes, e perante a “angústia” da tela vazia, ocorreu-me de que aí, na tela, poderia tentar mostrar esse desafio, essa inquietação, esse desconforto.
A proposta “Tela Vazia” é uma ideia recorrente, transversal à obra de muitos artistas dos Séculos XIX e XX (possivelmente, até mesmo de séculos anteriores), e embora algumas questões sejam por todos partilhadas, a sua concretização física difere de autor para autor.
Tornando ainda mais lata a consideração de Ortega y Gasset, sobre a questão da “circunstância”, diria que, relativamente à “tela vazia”, o ambiente que a envolve, a facto de estar sujeita a um tempo e um espaço únicos, a torna numa testemunha-chave, numa entidade própria, autónoma, independente. Não querendo fazer a apologia do Determinismo, referirei apenas de que nós somos essencialmente a nossa circunstância. Nessa medida, só conseguirei ser aquilo que sou já, a não ser que tente mudar algumas das minhas circunstâncias!
Mesmo que nada faça nesse sentido, o conceito agrada-me!
*tema a que voltarei mais tarde.
09 abril 2007
Procura
Não se trata (apenas) de um exacerbar pessoal, um (ainda maior) acesso de egocentrismo ou de um (quase) qualquer tipo de desespero, mas sim de (mais) uma procura incessante, provocada por esta insuportável benção ou desejada maldição.
Procuro (-me) nos espaços vagos, nas brechas do meu tempo, na esquinas de minha casa, do meu atelier, nos recantos do que pensei ser e na poeira do que me espero tornar.
Não me digam que a poesia não dói!
Tenho duas exposições para preparar e os dias escorrem-se-me por todos os poros, deixando-me um sabor a angústia, a incumprimento, a vulnerabilidade!
Não sei sequer se existe, mas acho que estou com o síndroma da Fénix!
08 abril 2007
Radical??
Vinte cinco anos depois, resolvi (não sei por quanto tempo) tirar o "cavanhaque" (antes tinha tido "barba completa")!
Como estou gordo que nem um ...(coloquem o que quiserem), fico ainda mais com cara de Lua Cheia ou Bolacha Maria, mas isso também engorda! LOL

É mesmo estranha a sensação!
à da patetice já estou acostumado!
Como estou gordo que nem um ...(coloquem o que quiserem), fico ainda mais com cara de Lua Cheia ou Bolacha Maria, mas isso também engorda! LOL
É mesmo estranha a sensação!
à da patetice já estou acostumado!
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