13 julho 2008
11 julho 2008
Não sabendo o que pensar...
... o melhor é não pensar nada!
Que fazer quando, com todo o costumeiro cuidado, se encontra um "estacionamento", se abranda, se faz pisca, se espera que alguém ceda a passagem e avança para o lugar e, sem se saber como, um motard aparece disparado e embate no nosso carro???


E se depois disso, ainda afirmam que a culpa é nossa, porque não fizemos "pisca" (mesmo que praticamente estejamos já na faixa da esquerda) e têm a preciosa ajuda de alguém que passa de carro e que por "mero acaso" também é motard e que afirma "eu também vi que não fez pisca! Ponha aí o meu nome como testemunha!"?!?!?!
Se tudo isto é "kármico", mais valia que se resolvesse tudo de uma vez.
Votos de continuação de Bom Fim-de-Semana!
Que fazer quando, com todo o costumeiro cuidado, se encontra um "estacionamento", se abranda, se faz pisca, se espera que alguém ceda a passagem e avança para o lugar e, sem se saber como, um motard aparece disparado e embate no nosso carro???
E se depois disso, ainda afirmam que a culpa é nossa, porque não fizemos "pisca" (mesmo que praticamente estejamos já na faixa da esquerda) e têm a preciosa ajuda de alguém que passa de carro e que por "mero acaso" também é motard e que afirma "eu também vi que não fez pisca! Ponha aí o meu nome como testemunha!"?!?!?!
Se tudo isto é "kármico", mais valia que se resolvesse tudo de uma vez.
Votos de continuação de Bom Fim-de-Semana!
10 julho 2008
Verão
Munições
09 julho 2008
Das duas... uma!
ferocactus latispinus
Todos sabemos que a natureza humana é pródiga em conseguir encontrar justificações para tudo o que faz, em conseguir sobreviver em condições realmente adversas e, mesmo em idade adulta, fantasiar como se a vida fosse um conto de fadas.
Em 1988, num dos papéis que pintei (Fevereiro ou Março - Série dos Palcos), escrevi: "Acreditar é um Acto de Coragem". Essa frase sempre me acompanhou, mesmo quando dela não tinha consciência. Nas inúmeras ocasiões em que caminhei junto aos precipícios, em que julguei que era mais do que sou, em que acreditar era uma obrigação, como se fosse um estigma, invisivelmente tatuado.
Agora sou mais rebelde e já descobri onde está a tatuagem, não acredito naquilo em que tem de se acreditar por obrigação e dou mais crédito à fantasia, dando-lhe corpo, chamando-lhe Vontade.
Vou caindo aos bocados, mas a raiva e o desespero junta tudo de novo e vou-me assim renovando, redescobrindo, transformando em... não sei quê!
De uma coisa não que queixo: Monotonia!
08 julho 2008
A Echeveria não tem culpa de nada
echeveria secunda
Faço um esforço para que o meu mundo não se contraia e não me asfixie, reduzindo-me ainda mais as raras saídas que ao longe vislumbro (eu sei, estou a exagerar na dramatização...). A verdade é que estou cada vez mais limitado, nos gestos, nos passos, no vocabulário e naquilo que sinto.
Eu sei que isto é um buraco, eu sei que consigo daqui sair, eu sei que não quero nem consigo sair enquanto alguém precisar de mim, eu sei que mesmo que me torne em nada, sobrevivo.
O coração é a cabeça e a cabeça é um lugar sem lugar. Aí, tenho escrito a palavra Inferno. Durante vários anos, não me faltou a formação: Seminários, workshops, conferências individuais, sempre na mesma área, mas a palavra foi-se adensando, cumprindo-se nela mesma, rindo-se de mim e do esforço que eu fazia para a afastar. Nisso, sinto-me injustiçado.
Não agradeço ao Universo esta maravilhosa possibilidade que me dá, de conhecer a natureza humana e de ter experiências que farão da minha alma uma entidade mais completa e sábia! Nem agradeço a "benesse" de ter emagrecido 10kg num mês e meio, não por estas razões!
Sei pouco, sei muito pouco!
(diz a sabedoria popular (ou sou eu que invento e depois digo que são os outros...) que: Se sabes que terás de pedir desculpa por alguma coisa que irás fazer... então não o faças! Mas.. desculpem-me, porque até eu estou farto de mim!!!!)
07 julho 2008
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